Carlos Eduardo Douglas Santana

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Carlos Eduardo Douglas Santana
4 eleições entre 2012 e 2026 · último partido MDB
44 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Psicólogo
redes informadas ao TSE
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Maninho Carlos Eduardo (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 4.789 votos, pelo resultado oficial do TSE. Maninho Carlos Eduardo (Carlos Eduardo Douglas Santana) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Sapucaia do Sul em 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Sapucaia do Sul/RS: 22.092 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 35 mil de outros recursos do partido e R$ 23 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 43 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 9 mil) e serviços contábeis (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 249 mil em 2020 (60% com publicidade por materiais impressos) e R$ 16 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

4.789 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Carlos Eduardo Douglas Santana em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 88 mil em receitas · R$ 43 mil em gastos contratados

Maninho Carlos Eduardo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Sapucaia do Sul (RS) em 2012 e 2016, prefeito em Sapucaia do Sul (RS) em 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 35 mil de outros recursos do partido e R$ 23 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 43 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 9 mil); R$ 18 mil já foram pagos. Em 2020, 60% dos R$ 249 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 54% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 88 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 43 milcontratados, parcial; R$ 18 mil pagos
Gastos em 2020R$ 249 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42012, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 88 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 11% · Fundo Partidário 23% · partido 40% · pessoas 26%
Gasto contratado
R$ 43 mil
pago até agora: R$ 18 mil (43%)
  • Materiais impressosR$ 12 mil28,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 9 mil20,9%
  • Serviços contábeisR$ 8 mil17,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil12,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 9 mil20,2%
2020Prefeito, Sapucaia do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 257 mil
21 doadores pessoas físicas
FEFC 23% · partido 3% · pessoas 50% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 249 mil
pago: R$ 200 mil (80%)
  • Materiais impressosR$ 150 mil60,2%
  • Serviços de terceirosR$ 45 mil18,1%
  • Serviços contábeisR$ 15 mil6,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 13 mil5,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 70 lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil10,3%
2016Vereador, Sapucaia do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 75% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil53,9%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil12,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil9,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil8,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil15,9%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, Sapucaia do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 52% · empresas 2% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil80,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6507,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5006,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3003,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 2002,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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