Sandro Figueiredo de Oliveira

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Sandro Figueiredo de Oliveira
7 eleições entre 1996 e 2026 · último partido MDB
56 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Sandro Boka (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 8.366 votos, pelo resultado oficial do TSE. Sandro Boka (Sandro Figueiredo de Oliveira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Rio Grande em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RS: 31.340 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de outros recursos do partido, R$ 66 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e locação de imóveis (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 452 mil em 2022 e R$ 373 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

8.366 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Sandro Figueiredo de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 121 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos contratados

Sandro Boka declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2026, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de outros recursos do partido, R$ 66 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil); R$ 17 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 452 mil em gastos; em 2010, R$ 373 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 121 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 30 milcontratados, parcial; R$ 17 mil pagos
Gastos em 2022R$ 452 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42006, 2010, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 121 mil
32 doadores pessoas físicas
FEFC 12% · Fundo Partidário 12% · partido 16% · pessoas 54% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 30 mil
pago até agora: R$ 17 mil (55%)
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil33,1%
  • Materiais impressosR$ 8 mil26,0%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil18,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil13,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil9,0%
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 458 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 94% · partido 1% · pessoas 3% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 452 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 142 mil31,3%
  • Materiais impressosR$ 125 mil27,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 52 mil11,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 42 mil9,3%
  • Outras 11 categoriasR$ 92 mil20,3%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 373 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 33% · empresas 67%
Gasto contratado
R$ 373 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 83 mil22,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 72 mil19,2%
  • Materiais impressosR$ 48 mil12,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 35 mil9,4%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 135 mil36,2%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 77 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 21% · empresas 63% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 77 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 36 mil47,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil14,7%
  • PessoalR$ 8 mil10,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil6,6%
  • Outras 13 categoriasR$ 16 mil21,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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