Joao Pedro Souza Nunes

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Joao Pedro Souza Nunes
12 eleições entre 1996 e 2026 · último partido MDB
60 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Apuração ao vivo

Deputado Estadual pelo Rio Grande do Sul · 1º turno

100,00% das urnas do Rio Grande do Sul apuradas às 21h04 (TSE)

2.780 votos (0,05% dos válidos)

251º lugar até agora, entre 528 candidatos

Ver a disputa completa ›

Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.

João Pedro (João Pedro Souza Nunes) disputou 11 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado estadual, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: vereador de Passo Fundo em 2024, 2012, 2008 e 2000; vice-prefeito de Passo Fundo em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por RS: 10.442 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por RS pelo MDB. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 150). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 50 mil em 2024 e R$ 108 mil em 2022.

Vereador · 2024
1.724
votos · Passo Fundo, Rio Grande do Sul
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.724 votos em 2024 (eleito) · 12 eleições · 2026 em disputa

A votação de Joao Pedro Souza Nunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. FederalDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 32 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

João Pedro declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, vereador em Passo Fundo (RS) em 2008, 2012 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil); R$ 4 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 50 mil em gastos; em 2022, R$ 108 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 32 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 7 milcontratados, parcial; R$ 4 mil pagos
Gastos em 2024R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 31% · partido 19% · pessoas 46% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 7 mil
pago até agora: R$ 4 mil (59%)
  • Materiais impressosR$ 4 mil58,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil39,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1502,1%
2024Vereador, Passo Fundo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 43% · pessoas 49% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 50 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 13 mil25,9%
  • Materiais impressosR$ 11 mil22,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil10,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil9,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 16 mil32,5%
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 117 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 68% · partido 11% · pessoas 18% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 108 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 20 mil19,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 16 mil14,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 12 mil11,2%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 12 mil11,1%
  • Outras 9 categoriasR$ 47 mil44,0%
Ver as 4 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 81 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 7% · empresas 26% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 81 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 23 mil28,9%
  • PessoalR$ 13 mil16,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil16,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil11,2%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil27,2%
2012Vereador, Passo Fundo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 45% · empresas 35% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9 mil27,0%
  • Materiais impressosR$ 9 mil25,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil25,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 4 mil12,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil9,4%
2008Vereador, Passo Fundo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · empresas 27% · próprios 71%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil29,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil15,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil13,5%
  • Despesas postaisR$ 1 mil9,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil31,5%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 58% · pessoas 30% · empresas 12%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil41,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9907,9%
  • AlimentaçãoR$ 1691,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1301,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil47,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892