- Materiais impressosR$ 39 mil29,1%
- Locação de imóveisR$ 36 mil27,2%
- Publicidade por carros de somR$ 20 mil15,0%
- Serviços de terceirosR$ 15 mil11,3%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil17,4%
Enfermeira Michele Galvão (PSDB) ficou como suplente de deputada estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 19.588 votos, pelo resultado oficial do TSE. Enfermeira Michele Galvão (Michele Galvão da Silva) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Viamão em 2024. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por RS: 19.588 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RS, declarou R$ 220 mil em receitas: R$ 176 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 45 mil de doações privadas (34 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 39 mil), locação de imóveis (R$ 36 mil) e publicidade por carros de som (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 17 mil, 70% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Michele Galvão da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Enfermeira Michele Galvão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Viamão (RS) em 2024, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 220 mil em receitas: R$ 176 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 45 mil de doações privadas (34 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 39 mil) e locação de imóveis (R$ 36 mil); R$ 87 mil já foram pagos. Em 2024, 70% dos R$ 17 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.