Alecio Valdeci Pereira da Rosa

Foto de Alecio Valdeci Pereira da Rosa
Alecio Valdeci Pereira da Rosa
7 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PSDB
53 anos em 2026 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Músico
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Pastor Alécio (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 525 votos, pelo resultado oficial do TSE. Pastor Alécio (Alécio Valdeci Pereira da Rosa) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Cambará do Sul em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RS: 525 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil), militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 490). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 160 em 2020 (100% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 2 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

525 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Alecio Valdeci Pereira da Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 10 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos contratados

Pastor Alécio declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Cambará do Sul (RS) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 5 mil); R$ 5 mil já foram pagos. Em 2020, 100% dos R$ 160 em gastos foram com combustíveis e lubrificantes; em 2016, 44% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 10 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 13 milcontratados, parcial; R$ 5 mil pagos
Gastos em 2020R$ 160campanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 13 mil
pago até agora: R$ 5 mil (39%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil61,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil35,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4903,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%
2020Vereador, Cambará do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 973
doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 26% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 160
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 160100,0%
2016Vereador, Cambará do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 2% · pessoas 10% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 90044,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50024,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 37518,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2009,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 502,5%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Cambará do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 72% · pessoas 18% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil59,6%
  • Materiais impressosR$ 27815,3%
  • Serviços de terceirosR$ 25614,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 20011,0%
2008Vereador, Cambará do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 50% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 51948,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 191,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 53650,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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