Roni da Silva

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Roni da Silva
3 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PDT
53 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Garçom
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Garçom Roni (PDT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 229 votos, pelo resultado oficial do TSE. Garçom Roni (Roni da Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Porto Alegre/RS: 431 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 178 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com pessoal (R$ 14 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil.

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Evolução da votação nas eleições

229 votos em 2026 · 3 eleições

A votação de Roni da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 40 mil em receitas · R$ 22 mil em gastos contratados

Garçom Roni declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 178 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com pessoal (R$ 14 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil); R$ 18 mil já foram pagos. Em 2016, R$ 4 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 40 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 22 milcontratados, parcial; R$ 18 mil pagos
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
sem doações de pessoas
FEFC 75% · partido e outras campanhas 25% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 22 mil
pago até agora: R$ 18 mil (82%)
  • PessoalR$ 14 mil64,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil13,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil9,6%
  • Materiais impressosR$ 1 mil6,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil5,3%
2016Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 30% · pessoas 8% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 92926,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 70019,8%
  • Serviços de terceirosR$ 66718,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 39911,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 83323,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Garçom Roni (PDT): suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto