Luiz Jacomini Righi Filho

Foto de Luiz Jacomini Righi Filho
Luiz Jacomini Righi Filho
4 eleições entre 2020 e 2026 · último partido PDT
40 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE
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Luiz Jacomini (PDT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 1.760 votos, pelo resultado oficial do TSE. Luiz Jacomini (Luiz Jacomini Righi Filho) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RS: 1.760 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil), pessoal (R$ 12 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 7 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 25 mil em 2024 (61% com publicidade por materiais impressos) e R$ 37 mil em 2022.

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Evolução da votação nas eleições

1.760 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Luiz Jacomini Righi Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 62 mil em receitas · R$ 47 mil em gastos contratados

Luiz Jacomini declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2020 e 2024, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2022, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil) e pessoal (R$ 12 mil); R$ 47 mil já foram pagos. Em 2024, 61% dos R$ 25 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2022, 43% dos R$ 37 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 62 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 47 milcontratados, parcial; R$ 47 mil pagos
Gastos em 2024R$ 25 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42020, 2022, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 62 mil
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 81% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 12% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 47 mil
pago até agora: R$ 47 mil (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil43,7%
  • PessoalR$ 12 mil24,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil15,0%
  • Materiais impressosR$ 5 mil10,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil6,4%
2024Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
5 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 57% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 28% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 25 mil
pago: R$ 25 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 16 mil61,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil19,6%
  • PessoalR$ 4 mil13,7%
  • Serviços de terceirosR$ 6362,5%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 6912,7%
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 71% · partido 13% · pessoas 12% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 37 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil43,0%
  • Materiais impressosR$ 13 mil34,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil21,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 3500,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 2170,6%
Ver a campanha anterior
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 21% · partido e outras campanhas 14% · pessoas 31% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 7 mil39,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil21,0%
  • PessoalR$ 2 mil13,1%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil8,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 3 mil18,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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