- Materiais impressosR$ 80 mil30,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 74 mil27,9%
- Serviços de terceirosR$ 39 mil14,6%
- Locação de imóveisR$ 35 mil13,1%
- Outras 6 categoriasR$ 38 mil14,4%
Daniel Mussi (PSD) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 5.112 votos, pelo resultado oficial do TSE. Daniel Mussi (Daniel Petterle Silveira Mussi) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RS: 18.478 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 526 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outros recursos do partido, R$ 109 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 266 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 80 mil), militância e mobilização de rua (R$ 74 mil) e serviços de terceiros (R$ 39 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 193 mil, 65% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Daniel Petterle Silveira Mussi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Daniel Mussi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 526 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outros recursos do partido, R$ 109 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 266 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 80 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 74 mil); R$ 260 mil já foram pagos. Em 2022, 65% dos R$ 193 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.