- Serviços de terceirosR$ 88 mil46,3%
- Serviços advocatíciosR$ 45 mil23,8%
- Materiais impressosR$ 11 mil5,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil2,1%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 37 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil21,9%
Sanny Figueiredo Rs (PSD) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 622 votos, pelo resultado oficial do TSE. Sanny Figueiredo Rs (Sandra Figueiredo) disputou 3 eleições entre 2020 e 2026, para deputada federal, senadora, 1º suplente e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para senadora por RS: 31.613 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 281 mil em receitas: R$ 280 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 480 de outros recursos do partido e R$ 70 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 189 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 88 mil), serviços advocatícios (R$ 45 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 127 mil em 2022 (93% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 7 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sandra Figueiredo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sanny Figueiredo Rs declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Esteio (RS) em 2020, senadora por Rio Grande do Sul em 2022, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 281 mil em receitas: R$ 280 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 480 de outros recursos do partido e R$ 70 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 189 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 88 mil) e serviços advocatícios (R$ 45 mil); R$ 164 mil já foram pagos. Em 2022, 93% dos R$ 127 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2020, 53% dos R$ 7 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.