Júlio César Lamim Martins de Oliveira

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Júlio César Lamim Martins de Oliveira
4 eleições entre 2020 e 2026 · último partido UNIÃO
38 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Júlio Lamim (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 9.545 votos, pelo resultado oficial do TSE. Júlio Lamim (Júlio César Lamim Martins de Oliveira) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Rio Grande em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RS: 9.545 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 230 mil em receitas: R$ 193 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 112 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil), serviços de terceiros (R$ 32 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 16 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 52 mil em 2024 (50% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 112 mil em 2022.

Vereador · 2024
1.673
votos · Rio Grande, Rio Grande do Sul
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

9.545 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Júlio César Lamim Martins de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 230 mil em receitas · R$ 112 mil em gastos contratados

Júlio Lamim declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Rio Grande (RS) em 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 230 mil em receitas: R$ 193 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 112 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil) e serviços de terceiros (R$ 32 mil); R$ 104 mil já foram pagos. Em 2024, 50% dos R$ 52 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2022, R$ 112 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 230 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 112 milcontratados, parcial; R$ 104 mil pagos
Gastos em 2024R$ 52 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42020, 2022, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 230 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 84% · partido e outras campanhas 6% · pessoas 8% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 112 mil
pago até agora: R$ 104 mil (93%)
  • Materiais impressosR$ 46 mil41,1%
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil28,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 16 mil14,1%
  • Locação de imóveisR$ 11 mil10,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 7 mil6,4%
2024Vereador, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 56 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 80% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 52 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 26 mil50,2%
  • Materiais impressosR$ 15 mil29,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil14,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil3,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil2,3%
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 124 mil
24 doadores pessoas físicas
FEFC 66% · Fundo Partidário 19% · pessoas 7% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 112 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 41 mil36,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil17,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 13 mil11,3%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil10,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 27 mil23,8%
Ver a campanha anterior
2020Vereador, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 71% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 33 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 14 mil40,6%
  • Materiais impressosR$ 9 mil25,5%
  • PessoalR$ 8 mil25,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil4,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil4,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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