- Serviços contábeisR$ 80056,6%
- Serviços advocatíciosR$ 20014,2%
- Materiais impressosR$ 19013,5%
- Publicidade por adesivosR$ 16011,3%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 12 lançados como "diversas a especificar"R$ 634,4%
Maiquel Butzke (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 3.635 votos, pelo resultado oficial do TSE. Maiquel Butzke (Maiquel Andriel Seckler Butzke) disputou 3 eleições entre 2020 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de NOVO Cabrais em 2024; vereador de NOVO Cabrais em 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RS: 3.635 votos. Na campanha de 2020 para vereador em NOVO Cabrais/RS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 245 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 968 de doações privadas (3 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 800), serviços advocatícios (R$ 200) e publicidade por materiais impressos (R$ 190).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maiquel Andriel Seckler Butzke em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maiquel Butzke declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em NOVO Cabrais (RS) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 245 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 968 de doações privadas (3 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 800) e serviços advocatícios (R$ 200).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.