Gladis Franceschetto Frizzo

Foto de Gladis Franceschetto Frizzo
Gladis Franceschetto Frizzo
5 eleições entre 2012 e 2026 · último partido PP
64 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
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Gladis Frizzo (PP) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 2.304 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gladis Frizzo (Gladis Franceschetto Frizzo) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputada federal, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Caxias do Sul em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Caxias do Sul/RS: 3.975 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 602 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 272 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 149 mil), serviços advocatícios (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 17 mil em 2020 e R$ 19 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

2.304 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Gladis Franceschetto Frizzo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 602 mil em receitas · R$ 272 mil em gastos contratados

Gladis Frizzo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Caxias do Sul (RS) em 2012, 2016 e 2020, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 602 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 272 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 149 mil) e serviços advocatícios (R$ 40 mil); R$ 166 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 17 mil em gastos; em 2016, 44% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 602 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 272 milcontratados, parcial; R$ 166 mil pagos
Gastos em 2020R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 602 mil
doações de pessoas
FEFC 66% · Fundo Partidário 33% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 272 mil
pago até agora: R$ 166 mil (61%)
  • Serviços de terceirosR$ 149 mil54,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 40 mil14,7%
  • Materiais impressosR$ 30 mil11,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil6,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil12,4%
2020Vereadora, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
partido 17% · pessoas 15% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 6 mil36,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil25,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil15,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil10,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil12,4%
2016Vereadora, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
19 doadores pessoas físicas
partido 15% · pessoas 85%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil44,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil11,2%
  • AlimentaçãoR$ 2 mil11,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil10,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil23,5%
Ver a campanha anterior
2012Vereadora, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 63% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil49,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil27,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil20,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1001,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 500,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Gladis Frizzo (PP): suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto