Marcos Felipi Haddad de Menezes Garcia

Foto de Marcos Felipi Haddad de Menezes Garcia
Marcos Felipi Haddad de Menezes Garcia
4 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PP
34 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Marcos Felipi (PP) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 20.907 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcos Felipi (Marcos Felipi Haddad de Menezes Garcia) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Porto Alegre em 2024. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RS: 20.907 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 948 mil em receitas: R$ 725 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 196 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 641 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 244 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 146 mil) e serviços de terceiros (R$ 64 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 380 mil em 2024 e R$ 24 mil em 2020.

Vereador · 2024
6.618
votos · Porto Alegre, Rio Grande do Sul
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

20.907 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Marcos Felipi Haddad de Menezes Garcia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 948 mil em receitas · R$ 641 mil em gastos contratados

Marcos Felipi declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 948 mil em receitas: R$ 725 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 196 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 641 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 244 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 146 mil); R$ 522 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 380 mil em gastos; em 2020, R$ 24 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 948 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 641 milcontratados, parcial; R$ 522 mil pagos
Gastos em 2024R$ 380 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42016, 2020, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 948 mil
25 doadores pessoas físicas
FEFC 76% · Fundo Partidário 3% · pessoas 21% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 641 mil
pago até agora: R$ 522 mil (81%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 244 mil38,0%
  • Materiais impressosR$ 146 mil22,8%
  • Serviços de terceirosR$ 64 mil10,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 60 mil9,4%
  • Outras 8 categoriasR$ 127 mil19,8%
2024Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 392 mil
32 doadores pessoas físicas
FEFC 37% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 59% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 380 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 127 mil33,4%
  • Materiais impressosR$ 125 mil32,9%
  • PessoalR$ 38 mil10,0%
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil8,3%
  • Outras 7 categoriasR$ 59 mil15,4%
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
5 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 11% · pessoas 55% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 24 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 9 mil37,4%
  • PessoalR$ 8 mil35,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil16,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil5,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil5,2%
Ver a campanha anterior
2016Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 34% · pessoas 64% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil66,9%
  • Serviços de terceirosR$ 66715,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3819,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3007,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 501,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Marcos Felipi (PP): suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto