Maria Aparecida Brizola Mayer

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Maria Aparecida Brizola Mayer
5 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PDT
66 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Cida Brizola (PDT) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 1.629 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cida Brizola (Maria Aparecida Brizola Mayer) disputou 5 eleições entre 2016 e 2026, para deputada federal, vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Santa Maria em 2016. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por RS: 2.063 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 45 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil) e serviços contábeis (R$ 9 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 25 mil em 2024 (51% com pessoal) e R$ 156 mil em 2022.

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Evolução da votação nas eleições

1.629 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Maria Aparecida Brizola Mayer em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 101 mil em receitas · R$ 68 mil em gastos contratados

Cida Brizola declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Santa Maria (RS) em 2016, 2020 e 2024, deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2022, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 45 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil); R$ 43 mil já foram pagos. Em 2024, 51% dos R$ 25 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, R$ 156 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 101 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 68 milcontratados, parcial; R$ 43 mil pagos
Gastos em 2024R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2016 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 101 mil
sem doações de pessoas
FEFC 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 68 mil
pago até agora: R$ 43 mil (63%)
  • Serviços de terceirosR$ 45 mil65,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil14,6%
  • Serviços contábeisR$ 9 mil13,3%
  • PessoalR$ 4 mil5,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 2810,4%
2024Vereadora, Santa Maria (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
doações de pessoas
FEFC 56% · partido e outras campanhas 10% · pessoas 9% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 25 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 13 mil51,2%
  • Materiais impressosR$ 5 mil19,8%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 5 mil18,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil4,9%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil5,7%
2022Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 197 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 156 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 40 mil25,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil12,8%
  • PessoalR$ 19 mil12,4%
  • Locação de imóveisR$ 17 mil10,9%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 60 mil38,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2020Vereadora, Santa Maria (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
6 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 53% · pessoas 32% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil33,2%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil29,9%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 3 mil17,5%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil10,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 1 mil8,9%
2016Vereadora, Santa Maria (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
pessoas 27% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil23,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil14,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil13,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil13,2%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 370 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil35,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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