- Serviços de terceirosR$ 86 mil57,3%
- Materiais impressosR$ 12 mil7,9%
- Serviços advocatíciosR$ 10 mil6,7%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil6,2%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil21,9%
Maria de Lourdes (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 2.541 votos, pelo resultado oficial do TSE. Maria de Lourdes (Maria de Lourdes Bauermann) disputou 7 eleições entre 2000 e 2026, para deputada federal, prefeita, deputada estadual e vice-prefeita. Ela foi eleita 4 vezes: prefeita de Ivoti em 2016, 2008 e 2004; vice-prefeita de Ivoti em 2000. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por RS: 20.091 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 197 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 86 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 191 mil em 2024 e R$ 64 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria de Lourdes Bauermann em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maria de Lourdes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeita em Ivoti (RS) em 2008, 2016 e 2024, deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2014, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 197 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 86 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil); R$ 149 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 191 mil em gastos; em 2016, R$ 64 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.