Ronaldo Nogueira de Oliveira

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Ronaldo Nogueira de Oliveira
11 eleições entre 1994 e 2026 · último partido REPUBLICANOS
60 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE
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Ronaldo Nogueira (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 52.034 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ronaldo Nogueira (Ronaldo Nogueira de Oliveira) disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2014; vereador de Carazinho em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RS: 77.017 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 42,3 milhões empenhados em 24 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 84 municípios; 99% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,4 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 349 mil), pessoal (R$ 193 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 170 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,5 milhão em 2022 (42% com publicidade por materiais impressos) e R$ 923 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

52.034 votos em 2026 · 11 eleições

A votação de Ronaldo Nogueira de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1,5 milhão em receitas · R$ 1,5 milhão em gastos contratados

Ronaldo Nogueira declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,4 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 349 mil) e pessoal (R$ 193 mil); R$ 1,3 milhão já foram pagos. Em 2022, 42% dos R$ 1,5 milhão em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 41% dos R$ 923 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 1,5 milhãoparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,5 milhãocontratados, parcial; R$ 1,3 milhão pagos
Gastos em 2022R$ 1,5 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
doações de pessoas
FEFC 93% · Fundo Partidário 7% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
pago até agora: R$ 1,3 milhão (84%)
  • Materiais impressosR$ 349 mil22,7%
  • PessoalR$ 193 mil12,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 170 mil11,1%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 90 mil5,9%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 558 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 734 mil47,8%
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
36 doadores pessoas físicas
FEFC 91% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 8% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
pago: R$ 1,5 milhão (97%)
  • Materiais impressosR$ 642 mil41,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 411 mil26,8%
  • Serviços de terceirosR$ 70 mil4,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 63 mil4,1%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 180 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 347 mil22,6%
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 933 mil
11 doadores pessoas físicas
FEFC 71% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 22% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 923 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 380 mil41,2%
  • PessoalR$ 243 mil26,3%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 123 mil13,3%
  • Serviços de terceirosR$ 42 mil4,5%
  • Outras 13 categoriasR$ 136 mil14,7%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 394 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 68% · pessoas 6% · empresas 16% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 394 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 105 mil26,7%
  • Serviços de terceirosR$ 68 mil17,2%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 41 mil10,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 40 mil10,1%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 720 lançados como "diversas a especificar"R$ 140 mil35,5%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 20% · empresas 59% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 89 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 32 mil36,5%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil13,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil8,0%
  • PessoalR$ 6 mil6,9%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 382 lançados como "diversas a especificar"R$ 31 mil35,1%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 58% · pessoas 10% · empresas 6% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 39 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil29,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil13,4%
  • Reembolsos de gastos realizados por eleitoresR$ 5 mil12,8%
  • AlimentaçãoR$ 2 mil6,2%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil38,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 42,3 milhões empenhados · 99% pago · 24 emendas em 84 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Ronaldo Nogueira teve R$ 42,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 24 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 84 municípios. Já foram pagos R$ 42 milhões (99%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Carazinho, Passo Fundo e Chapada.2

EmpenhadoR$ 42,3 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 42 milhões99% do empenhado, com restos a pagar
Emendas24individuais
Municípios84diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,4 milhõesR$ 15,4 milhões99%927
2018R$ 14,8 milhõesR$ 14,6 milhões99%831
2016R$ 12,1 milhõesR$ 11,9 milhões98%740
TotalR$ 42,3 milhõesR$ 42 milhões99%2484

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 20,7 milhões49,0%
  2. 2AgriculturaR$ 6,6 milhões15,7%
  3. 3UrbanismoR$ 6,3 milhões14,8%

Municípios que mais receberam

  1. 1CarazinhoR$ 1,7 milhão3,9%
  2. 2Passo FundoR$ 1,6 milhão3,9%
  3. 3ChapadaR$ 879 mil2,1%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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