- Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil33,8%
- Serviços advocatíciosR$ 5 mil21,6%
- Materiais impressosR$ 4 mil18,6%
- Serviços contábeisR$ 3 mil13,0%
- Outras 3 categoriasR$ 3 mil13,0%
Jurandir Maciel (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 3.044 votos, pelo resultado oficial do TSE. Jurandir Maciel (Jurandir Marques Maciel) disputou 11 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, vereador, deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Canoas em 2004; vereador de Canoas em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Canoas/RS: 88.851 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 106 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil), serviços advocatícios (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 26 mil em 2024 (64% com publicidade por materiais impressos) e R$ 440 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jurandir Marques Maciel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jurandir Maciel declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: prefeito em Canoas (RS) em 2008, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, 2014 e 2022, vereador em Canoas (RS) em 2020 e 2024, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 106 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil); R$ 20 mil já foram pagos. Em 2024, 64% dos R$ 26 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2022, 45% dos R$ 440 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.