- PessoalR$ 69 mil62,4%
- Materiais impressosR$ 19 mil17,2%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 13 mil11,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil4,5%
- Outras 2 categoriasR$ 5 mil4,2%
Professor Borba (PSB) teve 2.236 votos para deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Professor Borba (Edson de Almeida Borba) disputou 6 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, prefeito, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Alvorada em 2008, 2004 e 1996; vice-prefeito de Alvorada em 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Alvorada/RS: 46.293 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 233 mil em receitas: R$ 225 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 13 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 361 mil em 2012 e R$ 21 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Edson de Almeida Borba em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Borba declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Alvorada (RS) em 2008, prefeito em Alvorada (RS) em 2012, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 233 mil em receitas: R$ 225 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil); R$ 110 mil já foram pagos. Em 2012, R$ 361 mil em gastos contratados; em 2008, 45% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.