- Militância e mobilização de ruaR$ 37 mil19,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 33 mil17,2%
- Locação de imóveisR$ 31 mil16,1%
- Publicidade por adesivosR$ 30 mil15,7%
- Outras 8 categoriasR$ 62 mil32,0%
Camila Nunes (PL) ficou como suplente de deputada estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 20.003 votos, pelo resultado oficial do TSE. Camila Nunes (Camila Xavier Mesquita Nunes) disputou 3 eleições entre 2020 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por RS: 25.500 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RS, declarou R$ 540 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 40 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 192 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 33 mil) e locação de imóveis (R$ 31 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 605 mil em 2022 e R$ 62 mil em 2020.
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A votação de Camila Xavier Mesquita Nunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Camila Nunes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Porto Alegre (RS) em 2020, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 540 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 40 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 192 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 33 mil); R$ 184 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 605 mil em gastos; em 2020, R$ 62 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.