Rubem de Castro

Foto de Rubem de Castro
Rubem de Castro
8 eleições entre 1996 e 2026 · último partido PL
77 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
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Rubem de Castro (PL) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 172 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rubem de Castro disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RS: 410 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil), militância e mobilização de rua (R$ 21 mil) e materiais de expediente (R$ 13 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 15 mil em 2022 (63% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

172 votos em 2026 · 8 eleições

A votação de Rubem de Castro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 100 mil em receitas · R$ 79 mil em gastos contratados

Rubem de Castro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006 e 2022, vereador em Porto Alegre (RS) em 2008 e 2020, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 21 mil); R$ 79 mil já foram pagos. Em 2022, 63% dos R$ 15 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 100% dos R$ 2 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 100 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 79 milcontratados, parcial; R$ 79 mil pagos
Gastos em 2022R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 79 mil
pago até agora: R$ 79 mil (100%)
  • Materiais impressosR$ 26 mil32,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil26,6%
  • Materiais de expedienteR$ 13 mil17,0%
  • PessoalR$ 8 mil10,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 11 mil13,3%
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
sem doações de pessoas
FEFC 63% · Fundo Partidário 17% · partido 19%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 9 mil62,8%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 4 mil25,1%
  • Materiais de expedienteR$ 1 mil8,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5003,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 650,4%
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
FEFC 13% · partido e outras campanhas 45% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil100,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 55% · pessoas 5% · empresas 31% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 53636,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1016,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 84657,1%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 50% · empresas 43% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 5925,9%
  • Materiais de expedienteR$ 590,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 500,5%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 300,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 9 mil92,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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