Felipe Cruz Pedri

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Felipe Cruz Pedri
2 eleições entre 2022 e 2026 · PL
47 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Felipe Pedri (PL) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 12.810 votos, pelo resultado oficial do TSE. Felipe Pedri (Felipe Cruz Pedri) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RS: 13.105 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 320 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outros recursos do partido e R$ 100 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 90 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil) e locação de imóveis (R$ 12 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,4 milhão.

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Evolução da votação nas eleições

12.810 votos em 2026 · 2 eleições

A votação de Felipe Cruz Pedri em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 320 mil em receitas · R$ 147 mil em gastos contratados

Felipe Pedri declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 320 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outros recursos do partido e R$ 100 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 90 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil); R$ 147 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1,4 milhão em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 320 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 147 milcontratados, parcial; R$ 147 mil pagos
Gastos em 2022R$ 1,4 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas22022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 320 mil
doações de pessoas
FEFC 63% · partido 6% · pessoas 31%
Gasto contratado
R$ 147 mil
pago até agora: R$ 147 mil (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 90 mil61,1%
  • Materiais impressosR$ 35 mil23,6%
  • Locação de imóveisR$ 12 mil8,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil5,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil1,5%
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
26 doadores pessoas físicas
FEFC 67% · Fundo Partidário 13% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 17%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
pago: R$ 1,2 milhão (88%)
  • Materiais impressosR$ 342 mil24,8%
  • Serviços de terceirosR$ 325 mil23,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 199 mil14,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 194 mil14,1%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 25 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 317 mil23,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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