Ary José Vanazzi

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Ary José Vanazzi
8 eleições entre 1994 e 2026 · PT
68 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Historiador
redes informadas ao TSE
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Ary Vanazzi (PT) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 31.073 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ary Vanazzi (Ary José Vanazzi) disputou 8 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de São Leopoldo em 2020, 2016, 2008 e 2004; deputado federal em 2002. A maior votação foi em 2008, para prefeito em São Leopoldo/RS: 89.158 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 858 mil em receitas: R$ 856 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 596 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 200 mil), militância e mobilização de rua (R$ 124 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 108 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 710 mil em 2020 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 236 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

31.073 votos em 2026 · 8 eleições

A votação de Ary José Vanazzi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 858 mil em receitas · R$ 596 mil em gastos contratados

Ary Vanazzi declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em São Leopoldo (RS) em 2008, 2016 e 2020, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 858 mil em receitas: R$ 856 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 596 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 200 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 124 mil); R$ 596 mil já foram pagos. Em 2020, 44% dos R$ 710 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 236 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 858 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 596 milcontratados, parcial; R$ 596 mil pagos
Gastos em 2020R$ 710 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2026parcialDeputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 858 mil
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 596 mil
pago até agora: R$ 596 mil (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 200 mil33,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 124 mil20,9%
  • Materiais impressosR$ 108 mil18,2%
  • PessoalR$ 69 mil11,5%
  • Outras 8 categoriasR$ 94 mil15,8%
2020Prefeito, São Leopoldo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 492 mil
66 doadores pessoas físicas
FEFC 76% · pessoas 24% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 710 mil
pago: R$ 460 mil (65%)
  • Materiais impressosR$ 309 mil43,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 105 mil14,8%
  • Serviços advocatíciosR$ 75 mil10,6%
  • Serviços de terceirosR$ 68 mil9,6%
  • Outras 13 categoriasR$ 152 mil21,4%
2016Prefeito, São Leopoldo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 203 mil
130 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 25% · pessoas 72% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 236 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 92 mil38,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 56 mil23,9%
  • Serviços de terceirosR$ 26 mil11,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 13 mil5,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 49 mil20,7%
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, São Leopoldo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
50 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 12% · empresas 20% · outras 7%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 463 mil35,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 232 mil17,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 136 mil10,4%
  • Serviços de terceirosR$ 91 mil6,9%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 389 mil29,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2008, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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