- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil60,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil40,0%
Professor Edison (PV) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 230 votos, pelo resultado oficial do TSE. Professor Edison (Edison Martins dos Santos) disputou 6 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RS: 3.154 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 340 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 68 do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 350 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 470 em 2016 (62% com publicidade por materiais impressos) e R$ 3 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Edison Martins dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Edison declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em NOVO Hamburgo (RS) em 2008 e 2012, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, vereador em São Leopoldo (RS) em 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 340 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 68 do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 350 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Em 2016, 62% dos R$ 470 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 75% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.