- PessoalR$ 125 mil63,6%
- Materiais impressosR$ 33 mil17,0%
- Locação de imóveisR$ 17 mil8,7%
- Serviços advocatíciosR$ 15 mil7,7%
- Outras 5 categoriasR$ 6 mil3,1%
Fufa (PT) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 10.646 votos, pelo resultado oficial do TSE. Fufa (Claudio Renato de Azevedo Filho) disputou 3 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de NOVO Hamburgo em 2012. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RS: 10.646 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 262 mil em receitas: R$ 226 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 36 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 196 mil, principalmente com pessoal (R$ 125 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e locação de imóveis (R$ 17 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 652 mil em 2024 e R$ 73 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Claudio Renato de Azevedo Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fufa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em NOVO Hamburgo (RS) em 2012, prefeito em NOVO Hamburgo (RS) em 2024, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 262 mil em receitas: R$ 226 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 36 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 196 mil, principalmente com pessoal (R$ 125 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil); R$ 132 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 652 mil em gastos contratados; em 2012, 50% dos R$ 73 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.