Dionilso Mateus Marcon

Foto de Dionilso Mateus Marcon
Dionilso Mateus Marcon
9 eleições entre 1996 e 2026 · PT
62 anos em 2026 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Deputado
redes informadas ao TSE
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Marcon (PT) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 99.566 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcon (Dionilso Mateus Marcon) disputou 9 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 8 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018, 2014 e 2010; deputado estadual em 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RS: 129.352 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 252,8 milhões empenhados em 133 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 306 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 538 mil), serviços de terceiros (R$ 205 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 175 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,8 milhão em 2022 e R$ 942 mil em 2018.

Deputado Federal · 2026
99.566
votos · RS
ELEITO
Mandato até 2030
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

99.566 votos em 2026 (eleito) · 9 eleições

A votação de Dionilso Mateus Marcon em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1,8 milhão em receitas · R$ 1,3 milhão em gastos contratados

Marcon declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 538 mil) e serviços de terceiros (R$ 205 mil); R$ 924 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1,8 milhão em gastos; em 2018, R$ 942 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 1,8 milhãoparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,3 milhãocontratados, parcial; R$ 924 mil pagos
Gastos em 2022R$ 1,8 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,8 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
pago até agora: R$ 924 mil (72%)
  • Materiais impressosR$ 538 mil42,0%
  • Serviços de terceirosR$ 205 mil16,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 175 mil13,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 150 mil11,7%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 10 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 213 mil16,7%
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
26 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 96% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 3% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 519 mil28,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 376 mil20,8%
  • Serviços advocatíciosR$ 150 mil8,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 113 mil6,3%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 363 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 648 mil35,9%
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 988 mil
33 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 91% · pessoas 6% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 942 mil
pago: R$ 941 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 356 mil37,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 339 mil36,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 71 mil7,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 47 mil5,0%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 35 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 128 mil13,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 453 mil
57 doadores pessoas físicas
partido 21% · pessoas 44% · empresas 5% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 453 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 240 mil52,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 82 mil18,1%
  • Locação de imóveisR$ 23 mil5,0%
  • PessoalR$ 22 mil4,9%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 278 lançados como "diversas a especificar" e R$ 30 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 87 mil19,1%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 282 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 72% · pessoas 5% · empresas 2% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 282 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 110 mil39,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 56 mil20,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 21 mil7,4%
  • PessoalR$ 18 mil6,4%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 691 lançados como "diversas a especificar" e R$ 24 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 76 mil27,1%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 118 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 22% · empresas 2% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 99 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 72 mil73,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil10,1%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil6,4%
  • Despesas postaisR$ 5 mil4,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 6 mil5,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 252,8 milhões empenhados · 94% pago · 133 emendas em 306 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Marcon teve R$ 252,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 133 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 306 municípios. Já foram pagos R$ 236,7 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 115,1 milhões em 45 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,6 milhões em 44 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 55,1 milhões em 44 emendas.2

EmpenhadoR$ 252,8 milhõesorçamentos de 2016 a 2026
PagoR$ 236,7 milhões94% do empenhado, com restos a pagar
Emendas133individuais
Municípios306diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 35,8 milhõesR$ 29,5 milhões82%15124
2025R$ 41,1 milhõesR$ 36,5 milhões89%17119
2024R$ 37,5 milhõesR$ 37,3 milhões99%1286
Legislatura 2023 a 2026R$ 114,5 milhõesR$ 103,3 milhões90%44226

Funções que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1SaúdeR$ 61,3 milhões53,2%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 41,6 milhões36,1%
  3. 3Organização AgráriaR$ 4,2 milhões3,6%

Municípios que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1Porto AlegreR$ 14,3 milhões12,4%
  2. 2PelotasR$ 1,6 milhão1,4%
  3. 3Rio GrandeR$ 1,3 milhão1,2%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2018, 2022 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Marcon (PT): eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto