- Serviços de terceirosR$ 105 mil60,5%
- Materiais impressosR$ 34 mil19,4%
- Locação de imóveisR$ 12 mil7,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil5,8%
- Outras 5 categoriasR$ 13 mil7,3%
Fortunati (PT) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 12.897 votos, pelo resultado oficial do TSE. Fortunati (José Alberto Réus Fortunati) disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Porto Alegre em 2012; vice-prefeito de Porto Alegre em 2008 e 1996; vereador de Porto Alegre em 2000; deputado federal em 1994. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Porto Alegre/RS: 517.969 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 531 mil em receitas: R$ 526 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 173 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 105 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil) e locação de imóveis (R$ 12 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,5 milhão em 2022 (70% com serviços de terceiros) e R$ 383 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose Alberto Reus Fortunati em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fortunati declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Porto Alegre (RS) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 531 mil em receitas: R$ 526 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 173 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 105 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil); R$ 173 mil já foram pagos. Em 2022, 70% dos R$ 1,5 milhão em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2020, 42% dos R$ 383 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.