- Materiais impressosR$ 281 mil41,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 155 mil22,8%
- Serviços advocatíciosR$ 30 mil4,4%
- Locação de imóveisR$ 28 mil4,1%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 137 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 188 mil27,6%
Valdeci Oliveira (PT) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 93.419 votos, pelo resultado oficial do TSE. Valdeci Oliveira (Antônio Valdeci Oliveira de Oliveira) disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: deputado federal em 2026 e 1998; deputado estadual em 2022, 2018, 2014 e 2010; prefeito de Santa Maria em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RS: 93.419 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, indicou R$ 9 milhões em 82 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 37 municípios; 55% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 876 mil em receitas: R$ 856 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 mil de doações privadas (32 doadores). Os gastos contratados somam R$ 682 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 281 mil), militância e mobilização de rua (R$ 155 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,6 milhão em 2024 (48% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 231 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Valdeci Oliveira de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Valdeci Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, 2014, 2018 e 2022, prefeito em Santa Maria (RS) em 2016 e 2024, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 876 mil em receitas: R$ 856 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 mil de doações privadas (32 doadores). Os gastos contratados somam R$ 682 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 281 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 155 mil); R$ 545 mil já foram pagos. Em 2024, 48% dos R$ 1,6 milhão em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2022, 52% dos R$ 231 mil em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Valdeci Oliveira indicou R$ 9 milhões em 82 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 37 municípios. Até a coleta na fonte, 55% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria da Saúde (54%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Santa Maria, Cerro Largo e Rosário do Sul. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 8 milhões em 70 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 1 milhão em 12 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 4 milhões | R$ 1,7 milhão | 43% | 45 | 31 |
| 2025 | R$ 2 milhões | R$ 1,8 milhão | 88% | 9 | 2 |
| 2024 | R$ 2 milhões | R$ 1,5 milhão | 75% | 16 | 4 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 8 milhões | R$ 5 milhões | 62% | 70 | 33 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Transparencia RS — Emendas Parlamentares Estaduais (export Power BI, layout atual), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.