- Militância e mobilização de ruaR$ 157 mil75,9%
- Materiais impressosR$ 25 mil12,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil7,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil2,8%
- Outras 2 categoriasR$ 3 mil1,7%
Gabriel Dias (PODE) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 6.438 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gabriel Dias (Gabriel Dias da Silva) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Leopoldo em 2020. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por RS: 8.031 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 229 mil em receitas: R$ 89 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 95 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 37 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 206 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 157 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 328 mil em 2024 e R$ 125 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gabriel Dias da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gabriel Dias declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São Leopoldo (RS) em 2020, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022 e 2026, e prefeito em São Leopoldo (RS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 229 mil em receitas: R$ 89 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 95 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 37 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 206 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 157 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil); R$ 154 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 328 mil em gastos; em 2022, R$ 125 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.