Carmem Solange Kirsch da Silva

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Carmem Solange Kirsch da Silva
7 eleições entre 2000 e 2026 · último partido PODE
63 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Carmem do Taxi (PODE) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 2.044 votos, pelo resultado oficial do TSE. Carmem do Taxi (Carmem Solange Kirsch da Silva) disputou 7 eleições entre 2000 e 2026, para deputada federal, vice-prefeita, prefeita e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: vereadora de Taquara em 2016, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2020, para prefeita em Taquara/RS: 2.804 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 42 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 94 do Fundo Partidário e R$ 133 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 131 mil em 2020 e R$ 4 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

2.044 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Carmem Solange Kirsch da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 42 mil em receitas · R$ 19 mil em gastos contratados

Carmem do Taxi declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Taquara (RS) em 2008 e 2016, prefeita em Taquara (RS) em 2020, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 42 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 94 do Fundo Partidário e R$ 133 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil); R$ 11 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 131 mil em gastos; em 2016, 45% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 42 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 19 milcontratados, parcial; R$ 11 mil pagos
Gastos em 2020R$ 131 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
sem doações de pessoas
FEFC 99% · Fundo Partidário menos de 1% · partido menos de 1%
Gasto contratado
R$ 19 mil
pago até agora: R$ 11 mil (57%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil42,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil19,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil11,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6063,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil24,0%
2020Prefeita, Taquara (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 135 mil
doações de pessoas
FEFC 75% · Fundo Partidário 22% · pessoas 1% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 131 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 39 mil29,5%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil19,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 19 mil14,2%
  • Locação de imóveisR$ 12 mil9,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 36 mil27,9%
2016Vereadora, Taquara (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 1% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 60% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil45,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil39,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3507,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2485,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 1002,2%
Ver a campanha anterior
2008Vereadora, Taquara (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
empresas 8% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil87,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 634,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 1288,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleita em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Carmem do Taxi (PODE): suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto