- Impulsionamento de conteúdosR$ 37 mil34,4%
- Serviços de terceirosR$ 29 mil27,3%
- Materiais impressosR$ 17 mil15,5%
- Serviços advocatíciosR$ 10 mil9,3%
- Outras 5 categoriasR$ 14 mil13,4%
Cláudia Azevedo (PV) ficou como suplente de deputada estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 1.715 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cláudia Azevedo (Claudia Azevedo de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada estadual e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RS, declarou R$ 154 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 37 mil), serviços de terceiros (R$ 29 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Claudia Azevedo de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cláudia Azevedo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 154 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 37 mil) e serviços de terceiros (R$ 29 mil); R$ 103 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.