- PessoalR$ 27 mil82,4%
- Materiais impressosR$ 5 mil14,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil3,7%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 10menos de 0,1%
Paty Rex (PSOL) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 720 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paty Rex (Patrícia de Oliveira Rex) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputada federal e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por RS: 894 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 77 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com pessoal (R$ 27 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 40 mil, 71% com pessoal.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Patrícia de Oliveira Rex em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paty Rex declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rio Grande do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 77 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com pessoal (R$ 27 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil); R$ 33 mil já foram pagos. Em 2022, 71% dos R$ 40 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.