- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil75,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 69021,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 902,8%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 50,2%
Vitor Bicca (NOVO) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 258 votos, pelo resultado oficial do TSE. Vitor Bicca (Vitor Hugo Pinheiro Bicca) disputou 3 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RS: 835 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 690) e combustíveis e lubrificantes (R$ 90). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Vitor Hugo Pinheiro Bicca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Vitor Bicca declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 690); R$ 3 mil já foram pagos. Em 2006, R$ 2 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.