Mario Milken

Foto de Mario Milken
Mario Milken
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSDB
72 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
Comparar

Dr. Mário Milken (Mário Milken) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 3.307 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Uberlândia/MG, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 509 de outros recursos do partido e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2016 (59% com publicidade por materiais impressos) e R$ 184 mil em 2014.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

648 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Mario Milken em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 11 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Dr. Mário Milken declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Uberlândia (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 509 de outros recursos do partido e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2016, 59% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 50% dos R$ 184 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
sem doações de pessoas
FEFC 9% · partido 5% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Locação de imóveisR$ 4 mil36,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil29,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil24,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4504,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 4294,4%
2016Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 48% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 29% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil59,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil14,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 9907,3%
  • Serviços de terceirosR$ 7585,6%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil13,8%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 184 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 47% · empresas 4%
Gasto contratado
R$ 184 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 91 mil49,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 27 mil14,6%
  • Materiais impressosR$ 23 mil12,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 21 mil11,2%
  • Outras 8 categoriasR$ 23 mil12,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 29% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil30,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil17,6%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 1 mil4,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil4,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil43,0%
2008Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 22% · empresas 75%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil49,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil7,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3002,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2501,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil39,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Mario Milken (Dr. Mário Milken): candidaturas e votos · Radar do Voto