Divino (Divino de Souza Fernandes) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Domingos Martins em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por ES: 1.472 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Domingos Martins/ES, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços contábeis (R$ 350). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2018 (45% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
116 votos em 2020 · 9 eleições
A votação de Divino de Souza Fernandes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos
Divino declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Domingos Martins (ES) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Espírito Santo em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços contábeis (R$ 350). Em 2018, 45% dos R$ 3 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 4 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 1996SUPLENTE45LDomingos Martins, Espírito Santo · 28 anos · Ensino fundamental completo · Professor · PL · nº 22622 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.