- Materiais impressosR$ 62088,6%
- Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 8011,4%
Paulo Vitor (Paulo Vitor Moreira Costa) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Itamaraju em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Itamaraju/BA: 625 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Itamaraju/BA, declarou R$ 717 em receitas: R$ 80 de doações privadas e R$ 637 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 620) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 80). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2012 (87% com publicidade por materiais impressos) e R$ 90 em 2008.
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A votação de Paulo Vitor Moreira Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Vitor declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Itamaraju (BA) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 717 em receitas: R$ 80 de doações privadas e R$ 637 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 620) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 80). Em 2012, 87% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 100% dos R$ 90 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.