Claudiomiro Antonio Pelisari

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Claudiomiro Antonio Pelisari
8 eleições entre 1996 e 2024 · PDT
55 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Representante Comercial
redes informadas ao TSE
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Claudio (Claudiomiro Antonio Pelisari) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, vereador e prefeito. Ele foi eleito 7 vezes: vice-prefeito de Pinhal em 2024 e 2020; vereador de Pinhal em 2016, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Pinhal/RS: 784 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pinhal/RS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 600 de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), serviços de terceiros (R$ 600) e publicidade por adesivos (R$ 414). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 38 mil em 2012 e R$ 3 mil em 2008.

Vice-Prefeito · 2024
1.643
votos · Pinhal, Rio Grande do Sul · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

184 votos em 2016 (eleito) · 8 eleições

A votação de Claudiomiro Antonio Pelisari em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Claudio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Pinhal (RS) em 2008 e 2016, e prefeito em Pinhal (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 600 de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 600). Em 2012, R$ 38 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 3 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2012R$ 38 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Pinhal (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 60011,5%
  • Materiais impressosR$ 3306,3%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 25 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil82,3%
2012Prefeito, Pinhal (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 64% · pessoas 6% · empresas 13% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil28,7%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil8,0%
  • Materiais impressosR$ 3250,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 410 doados a outros candidatos e partidosR$ 24 mil62,5%
2008Vereador, Pinhal (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 34% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 73425,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil74,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Claudiomiro Antonio Pelisari (Claudio): candidaturas e votos · Radar do Voto