Professora Ida

Foto de Ida Dolores Walendorff
Professora Ida
Ida Dolores Walendorff (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · PP
63 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professora Ida (Ida Dolores Walendorff) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Soledade em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Soledade/RS: 353 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Soledade/RS, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 422 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 520) e publicidade por adesivos (R$ 205). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 44% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

124 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Ida Dolores Walendorff em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos

Professora Ida declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Soledade (RS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 422 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 520). Em 2016, 44% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Soledade (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
FEFC 57% · partido e outras campanhas 10% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil81,6%
  • Materiais impressosR$ 52013,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 2055,2%
2016Vereadora, Soledade (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 61% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 65044,2%
  • Materiais impressosR$ 55637,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 26418,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleita em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892