Vilmar Rodrigues Cardoso

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Vilmar Rodrigues Cardoso
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PP
49 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio incompleto
Comerciante
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Pamela Volp (Vilmar Rodrigues Cardoso) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Uberlândia em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Uberlândia/MG: 1.841 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Uberlândia/MG, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.841 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Vilmar Rodrigues Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 14 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos contratados

Pamela Volp declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Uberlândia (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Em 2012, R$ 8 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 14 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 14 milcontratados
Gastos em 2012R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 22% · próprios 71%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5 mil34,4%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil19,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil15,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil11,0%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil19,7%
2012Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 9% · pessoas 47% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil31,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil26,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil20,7%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil17,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 3153,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Vilmar Rodrigues Cardoso (Pamela Volp): candidaturas e votos · Radar do Voto