Francisco Carlos da Silva Rojas

Foto de Francisco Carlos da Silva Rojas
Francisco Carlos da Silva Rojas
3 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PSDB
53 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
Comparar

Professor Rojas (Francisco Carlos da Silva Rojas) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MS: 1.004 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 15 mil em 2014 (82% com pessoal) e R$ 10 mil em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

522 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Francisco Carlos da Silva Rojas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Professor Rojas declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2014, 82% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, R$ 10 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados
Gastos em 2014R$ 15 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 16% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5 mil52,2%
  • Materiais impressosR$ 1 mil11,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil36,8%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 12 mil81,9%
  • Materiais impressosR$ 3 mil17,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 860,6%
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 82% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil23,9%
  • Materiais impressosR$ 8789,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil66,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Francisco Carlos da Silva Rojas (Professor Rojas): candidaturas e votos · Radar do Voto