Crisogono Vieira (Crisogono Rodrigues Vieira) disputou 11 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Riachão em 2012; vereador de Riachão em 2004 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MA: 13.045 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Riachão/MA, declarou R$ 149 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 46 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 141 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 28 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 22 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 134 mil em 2016 e R$ 72 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
5.567 votos em 2020 · 11 eleições
A votação de Crisogono Rodrigues Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 149 mil em receitas · R$ 141 mil em gastos
Crisogono Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2006, e prefeito em Riachão (MA) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 149 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 46 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 141 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 28 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil). Em 2016, R$ 134 mil em gastos contratados; em 2012, 43% dos R$ 72 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2020R$ 149 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 141 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 134 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 11% · pessoas 9% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 10 mil40,5%
Outras 5 categoriasR$ 15 mil59,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010—GMA · 59 anos · Superior completo · Advogado · PRTB · nº 28123 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE10.352GMA · 51 anos · Superior completo · Advogado · PRTB · nº 28147 · ver resultado completo
Coligação: PT do B / PGT / PHS / PTC / PRTB / PSL
Vice-Prefeito · 2000—LRiachão, Maranhão · 49 anos · Superior completo · Advogado · PRTB · nº 281 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PFL / PRTB / PL
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE5.712GMA · 47 anos · Superior completo · Advogado · PRTB · nº 28190 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO321LRiachão, Maranhão · 45 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 25620 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.