Marcos Antonio de Queiroz

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Marcos Antonio de Queiroz
8 eleições entre 2006 e 2020 · último partido PSC
52 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
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Prof Marcos Queiroz (Marcos Antônio de Queiroz) disputou 8 eleições entre 2006 e 2020, para vereador, deputado federal, prefeito, senador, 1º suplente senador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para senador por AM: 11.234 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Manaus/AM, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), publicidade por adesivos (R$ 3 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 18 mil em 2016 e R$ 13 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

487 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Marcos Antonio de Queiroz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorSenadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 22 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos

Prof Marcos Queiroz declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Manaus (AM) em 2008, 2012 e 2020, senador por Amazonas em 2014, prefeito em Manaus (AM) em 2016, e deputado federal por Amazonas em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Em 2016, R$ 18 mil em gastos contratados; em 2014, 41% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2020R$ 22 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 18 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 68% · pessoas 27% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 6 mil33,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8004,8%
  • PessoalR$ 6003,6%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil58,1%
2018Deputado federal, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
FEFC 62% · partido e outras campanhas 38%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Prefeito, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
19 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 62% · pessoas 38% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil24,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil9,2%
  • Materiais impressosR$ 2 mil8,4%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 54 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil57,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Senador, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 54% · pessoas 35% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil20,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil13,2%
  • Materiais impressosR$ 2 mil13,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil53,5%
2012Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 77% · pessoas 2% · empresas 6% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil20,3%
  • Materiais impressosR$ 4 mil15,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 15 mil64,1%
2008Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 240
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 240
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15062,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 9037,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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