Pastor Benedito (Benedito Alves da Silva) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Floresta do Araguaia/PA, declarou R$ 61 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 30 mil de doações privadas (61 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 61 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 19 mil), serviços de terceiros (R$ 7 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 61 mil em receitas · R$ 61 mil em gastos contratados
Pastor Benedito declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Floresta do Araguaia (PA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 61 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 30 mil de doações privadas (61 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 61 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 19 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil).
Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil41,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.