Odilon de Oliveira Junior

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Odilon de Oliveira Junior
3 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PSD
36 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Odilon de Oliveira (Odilon de Oliveira Junior) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Campo Grande em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MS: 19.198 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 10 mil), militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 111 mil em 2018 e R$ 125 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.534 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Odilon de Oliveira Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 36 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos

Odilon de Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2016 e 2020, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 5 mil). Em 2018, R$ 111 mil em gastos; em 2016, R$ 125 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 36 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 31 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 111 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 42% · pessoas 18% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 31 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil15,9%
  • Materiais impressosR$ 5 mil15,9%
  • PessoalR$ 3 mil9,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil8,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 16 mil50,6%
2018Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 121 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 83% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 15% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 111 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 43 mil39,1%
  • Materiais impressosR$ 30 mil26,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil18,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil1,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 16 mil14,4%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 125 mil
68 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 91% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 125 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 34 mil26,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 16 mil12,5%
  • PessoalR$ 13 mil10,1%
  • Materiais impressosR$ 11 mil9,2%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil4,8%
  • Outras 11 categoriasR$ 46 mil36,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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