- Serviços de terceirosR$ 1 mil4,0%
- Materiais impressosR$ 8003,2%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 23 mil92,8%
Sargento Welton (Welton Alves dos Santos) disputou 3 eleições entre 2010 e 2016, para prefeito, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Arraial em 2012. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PI: 1.346 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Arraial/PI, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 17 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil), baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 6 mil) e baixa de estimaveis - produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2012 (59% com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos) e R$ 10 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Welton Alves dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sargento Welton declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Piauí em 2010, vereador em Arraial (PI) em 2012, e prefeito em Arraial (PI) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 17 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil) e baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 6 mil). Em 2012, 59% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos; em 2010, 87% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.