- Militância e mobilização de ruaR$ 269 mil43,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 202 mil32,4%
- Locação de imóveisR$ 69 mil11,0%
- Materiais impressosR$ 49 mil7,9%
- Outras 6 categoriasR$ 34 mil5,5%
Segundo o Radar do Voto, Ana Beathalter (PRD) ficou como suplente de deputada federal por São Paulo em 2026, com 4.973 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ana Beathalter (Ana Paula Carvalho Beathalter) disputou 6 eleições entre 2016 e 2026, para deputada federal, prefeita, vice-prefeita, deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Atibaia em 2020. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Atibaia/SP: 10.256 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por SP, declarou R$ 804 mil em receitas: R$ 510 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 262 mil do Fundo Partidário, R$ 28 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 623 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 269 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 202 mil) e locação de imóveis (R$ 69 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 780 mil em 2024 e R$ 294 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ana Paula Carvalho Beathalter em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ana Beathalter declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeita em Atibaia (SP) em 2016 e 2024, deputada federal por São Paulo em 2018 e 2026, vereadora em Atibaia (SP) em 2020, e deputada estadual por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 804 mil em receitas: R$ 510 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 262 mil do Fundo Partidário, R$ 28 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 623 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 269 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 202 mil); R$ 462 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 780 mil em gastos; em 2022, 53% dos R$ 294 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.