- Combustíveis e lubrificantesR$ 129 mil32,7%
- Serviços de terceirosR$ 92 mil23,3%
- Publicidade por carros de somR$ 66 mil16,8%
- ComíciosR$ 60 mil15,2%
- Outras 4 categoriasR$ 48 mil12,1%
Werther Brandão disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Luís Eduardo Magalhães/BA, com 197 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Luís Eduardo Magalhães/BA, declarou R$ 395 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 217 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 138 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 395 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 129 mil), serviços de terceiros (R$ 92 mil) e publicidade por carros de som (R$ 66 mil).
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Werther Brandão declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Luís Eduardo Magalhães (BA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 395 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 217 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 138 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 395 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 129 mil) e serviços de terceiros (R$ 92 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.