- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil41,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil25,1%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil20,9%
- Materiais impressosR$ 2845,9%
- Outras 2 categoriasR$ 3056,4%
Pofessora Jesuslene (Jesuslene Gomes da Silva) disputou 1 eleição, em 2016, para vereadora em Diadema/SP, com 30 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Diadema/SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 389 de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 1 mil).
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Pofessora Jesuslene declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Diadema (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 389 de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.