Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlão da Búfalo (Carlos Alberto do Couto) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Alta Floresta do Oeste/RO, com 182 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Alta Floresta do Oeste/RO, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 131 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil), pessoal (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 17 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos contratados
Carlão da Búfalo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Alta Floresta do Oeste (RO) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 131 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil) e pessoal (R$ 3 mil).
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil51,7%
PessoalR$ 3 mil15,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil14,9%
Materiais impressosR$ 1 mil6,5%
Outras 6 categoriasinclui R$ 20 lançados como "diversas a especificar" e R$ 274 doados a outros candidatos e partidosR$ 2 mil11,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.