Valdecir da Silva

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Valdecir da Silva
6 eleições entre 2004 e 2024 · último partido UNIÃO
55 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Comerciante
redes informadas ao TSE
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Boy (Valdecir da Silva) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Maria da Fé em 2024 e 2020; vereador de Maria da Fé em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Maria da Fé/MG: 1.604 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Maria da Fé/MG, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 620 de outros recursos do partido e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), publicidade por adesivos (R$ 5 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 935 em 2012 e R$ 966 em 2008.

Vice-Prefeito · 2024
5.963
votos · Maria da Fé, Minas Gerais · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.604 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Valdecir da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 12 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados

Boy declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Maria da Fé (MG) em 2008 e 2012, e prefeito em Maria da Fé (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 620 de outros recursos do partido e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil). Em 2012, R$ 935 em gastos contratados; em 2008, 87% dos R$ 966 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 12 milcontratados
Gastos em 2012R$ 935contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Maria da Fé (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 85% · partido 5% · pessoas 10%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil42,9%
  • Materiais impressosR$ 5204,3%
  • Serviços de terceirosR$ 3002,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 6 mil50,3%
2012Vereador, Maria da Fé (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 935
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 18% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 935
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 36038,5%
  • Materiais impressosR$ 16517,6%
  • Serviços de terceirosR$ 505,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 36038,5%
2008Vereador, Maria da Fé (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 966
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 37% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 966
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13013,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 83686,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2012, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Valdecir da Silva (Boy): candidaturas e votos · Radar do Voto