Braulino (Braulino Ferreira Rocha) disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Pedra Preta em 2012 e 2000; vereador de Pedra Preta em 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Pedra Preta/MT: 336 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Pedra Preta/MT, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 21 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil), pessoal (R$ 6 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2010 (50% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 6 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
336 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Braulino Ferreira Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 50 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos contratados
Braulino declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Pedra Preta (MT) em 2008, deputado estadual por Mato Grosso em 2010, e prefeito em Pedra Preta (MT) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 21 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e pessoal (R$ 6 mil). Em 2010, 50% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2008, R$ 6 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 50 milcontratados
Gastos em 2010R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010—GMT · 46 anos · Superior incompleto · Servidor Público Estadual · PV · nº 43111 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.